Quando nos entregamos novamente, de coração aberto e profundas esperanças, acontece sempre algo que nos traz de volta à realidade, e que de certa maneira corta-nos as asas exigindo um regresso à “terra”. É sempre no momento em que começamos a voar alto, e nos encontramos a planar lá bem em cima, acreditando em “tudo está bem” (novamente), que se dá a revira-volta pela mais ínfima coisinha de nada e nos deixa a recear o que poderá ser dito, ou aquilo que ficará por dizer.
Mesmo assim, o bocadinho de tempo que nos encontramos a planar livremente e sem medo sabe bem. Um “Bem Haja” a todos esses momentos. É por eles, e para eles, que aguentamos os outros.
